Vou viajar
Voar sobre o mar
Eu vou passear
Levando meu coração
E então vou amar
Onde quer que eu vá
Vou levar minha voz
Porque nós somos feitos de som
É tão bom!
Vou tocar, vou cantar
O meu Brasil
Onde quer que eu vá.
Escrita sobre música de Rubens Holzmann.
Gravada no CD A Força que Ecoa em Todo Canto.
sábado, 30 de março de 1996
Onde quer que eu vá
terça-feira, 12 de março de 1996
Asa delta
Voar
Sem razão pra temer
Só pelo prazer que dá
Reviravoltar no ar
Não há
Sensação de não ser
Quase não querer voltar
Desse doce volitar
Em paz
— Deixa o corpo dormir! —
E qual asa delta
Sentir-se leve
Escrita sobre música de Josué Bueno.
Gravada no CD A Força que Ecoa em Todo Canto.
Gravada pela cantora Vanja Santos, no CD Virtual Bossajazzsamba, na Dinamarca.
Sem razão pra temer
Só pelo prazer que dá
Reviravoltar no ar
Não há
Sensação de não ser
Quase não querer voltar
Desse doce volitar
Em paz
— Deixa o corpo dormir! —
E qual asa delta
Sentir-se leve
Escrita sobre música de Josué Bueno.
Gravada no CD A Força que Ecoa em Todo Canto.
Gravada pela cantora Vanja Santos, no CD Virtual Bossajazzsamba, na Dinamarca.
domingo, 10 de março de 1996
Bola na parede
Joga a bola na parede e a bola volta
Leva a vida na revolta e a vida chia
Joga a bola para cima e ela vai ao piso
Leva a vida no sorriso e na alegria
Voa sempre para o alto e ganha altitude
Lança a pedra no açude e a pedra afunda
Passa o dedo na gilete e o dedo corta
Deixa aberta a comporta e a água inunda
Um abraço no amigo e a amizade aumenta
Mas se for um xingamento o malquerer se acirra
Quando o fósforo se acende a chama ilumina
Cai um corpo na piscina e a água espirra
Tem um pensamento lindo e a beleza invade
Ama com sinceridade e o amor te pega
Abre os olhos, fica atento para ver o muro
Fica um tempo no escuro e a luz te cega
Bate à porta com respeito e a porta abre
Pede vinho ou vinagre e terás de graça
Busca mesmo com vontade e um dia acha
Não descuida, não relaxa, que o tempo passa
Põe um peso numa rede e a rede arria
Sintoniza e vigia pra ver se não erra
Toda ação traz reação de jeito tão perfeito
Tudo é causa e efeito nessa nossa Terra.
Joga a bola na parede e a bola volta
Leva a vida na revolta e a dor se planta
Joga a bola para cima e ela vai ao piso
Leva a vida no sorriso e a vida canta
Letra e música de Flávio Fonseca
Leva a vida na revolta e a vida chia
Joga a bola para cima e ela vai ao piso
Leva a vida no sorriso e na alegria
Voa sempre para o alto e ganha altitude
Lança a pedra no açude e a pedra afunda
Passa o dedo na gilete e o dedo corta
Deixa aberta a comporta e a água inunda
Um abraço no amigo e a amizade aumenta
Mas se for um xingamento o malquerer se acirra
Quando o fósforo se acende a chama ilumina
Cai um corpo na piscina e a água espirra
Tem um pensamento lindo e a beleza invade
Ama com sinceridade e o amor te pega
Abre os olhos, fica atento para ver o muro
Fica um tempo no escuro e a luz te cega
Bate à porta com respeito e a porta abre
Pede vinho ou vinagre e terás de graça
Busca mesmo com vontade e um dia acha
Não descuida, não relaxa, que o tempo passa
Põe um peso numa rede e a rede arria
Sintoniza e vigia pra ver se não erra
Toda ação traz reação de jeito tão perfeito
Tudo é causa e efeito nessa nossa Terra.
Joga a bola na parede e a bola volta
Leva a vida na revolta e a dor se planta
Joga a bola para cima e ela vai ao piso
Leva a vida no sorriso e a vida canta
Letra e música de Flávio Fonseca
quarta-feira, 24 de novembro de 1993
Ver
Quero ver
Flores verdes a conceber
Calmos frutos a reverter
As marés do acontecer
A fiar, tecer
Posso ver
Um futuro além do ser,
Luzes novas a rebentar,
Irromper, brotar
Recomeçar
Luz planalto
Ar pulsante
Azul amor
Sonho ver
Ecológicas mansidões
Paraísos, imensidões
Céus e nuvens nos corações
E por gerações
Ouso ver
A cidade gerando sons
Dia-a-dia a construir
Definir, sentir
Pra onde ir.
Letra e música de Flávio Fonseca
Flores verdes a conceber
Calmos frutos a reverter
As marés do acontecer
A fiar, tecer
Posso ver
Um futuro além do ser,
Luzes novas a rebentar,
Irromper, brotar
Recomeçar
Luz planalto
Ar pulsante
Azul amor
Sonho ver
Ecológicas mansidões
Paraísos, imensidões
Céus e nuvens nos corações
E por gerações
Ouso ver
A cidade gerando sons
Dia-a-dia a construir
Definir, sentir
Pra onde ir.
Letra e música de Flávio Fonseca
sexta-feira, 8 de outubro de 1993
Devo ir por um caminho
onde não se vai a esmo
(quem quiser que me imite):
inscrever-me assim sozinho
num duelo sem limite:
duelar comigo mesmo.
onde não se vai a esmo
(quem quiser que me imite):
inscrever-me assim sozinho
num duelo sem limite:
duelar comigo mesmo.
domingo, 28 de março de 1993
Quanto mais barulho eu ouço, mais silêncio eu faço.
quinta-feira, 21 de março de 1991
Ruído branco
Junta teus momentos,
O riso e a dor,
No moedor, e toma,
Sinta os sentimentos,
O bom e o mau,
No vendaval, e doma.
E saiba
Que tudo é uma coisa só,
Molécula viva do mesmo pó,
Que vai
Balançando no éter-paz,
Num tempo onde o tempo não passa mais.
Gira o arco-íris
De cor ou de som
E o branco tom é soma.
Segue teus porvires,
Sai fora de si,
Já e aqui é coma.
Cresçamos,
Qualquer hora ou lugar,
Porque inexistem agora e cá.
E vamos,
Que tudo nos faz crescer,
O fim do infinito é não morrer.
Musicado por Flávio Fonseca em 8/9/91.
O riso e a dor,
No moedor, e toma,
Sinta os sentimentos,
O bom e o mau,
No vendaval, e doma.
E saiba
Que tudo é uma coisa só,
Molécula viva do mesmo pó,
Que vai
Balançando no éter-paz,
Num tempo onde o tempo não passa mais.
Gira o arco-íris
De cor ou de som
E o branco tom é soma.
Segue teus porvires,
Sai fora de si,
Já e aqui é coma.
Cresçamos,
Qualquer hora ou lugar,
Porque inexistem agora e cá.
E vamos,
Que tudo nos faz crescer,
O fim do infinito é não morrer.
Musicado por Flávio Fonseca em 8/9/91.
Assinar:
Comentários (Atom)