Como você pode perguntar se estou bem,
Se é justo nessa hora,
Quando estou assim calado,
Que melhor estou?
Quando a nossa mente se atraca ao coração
E a racionalidade
Quer negar a emoção,
É que se faz em mim
Essa vontade de pensar,
Esse olhar cheio de amor;
E enquanto uma trai,
O outro manda ir,
E eu fico assim no ar.
Esse olhar cheio de amor pra dar,
Essa vontade de pensar melhor;
E enquanto um manda ir,
A outra me contém,
E eu fico assim no ar.
Letra e música de Flávio Fonseca
quinta-feira, 14 de julho de 1983
terça-feira, 12 de julho de 1983
Lá e ser
Lá onde eu pensei
Acontece o sol
E o sol sabe ser.
Vim de lá
E sei também que o sol
Tem muito amor pra dar
E receber
E alguém
Que mora lá também
Sabe o sol que tem
No coração
E eu
Chego a confundir
Esse alguém e o sol
Pois ambos sabem ver
Como se faz pra ir
Até lá e ser.
Letra e música de Flávio Fonseca
Acontece o sol
E o sol sabe ser.
Vim de lá
E sei também que o sol
Tem muito amor pra dar
E receber
E alguém
Que mora lá também
Sabe o sol que tem
No coração
E eu
Chego a confundir
Esse alguém e o sol
Pois ambos sabem ver
Como se faz pra ir
Até lá e ser.
Letra e música de Flávio Fonseca
segunda-feira, 13 de junho de 1983
Não mate o tempo: sente-se e converse com ele.
quinta-feira, 2 de junho de 1983
Chispa
Quando céu e mar se reencontram na manhã
Pingos d'água se enamoram pela luz solar
E brilhar é tão certo como certo é brilhar
O nosso ser quando o amor alvorecer
Sorriso do céu, clarão do mar, sonhos do sol,
Dia que abraça e que passa sem querer,
Pois quer ver fio d'água a brotar
E chispar e criar.
Letra e música de Flávio Fonseca & Fernando Antônio Ribeiro
Pingos d'água se enamoram pela luz solar
E brilhar é tão certo como certo é brilhar
O nosso ser quando o amor alvorecer
Sorriso do céu, clarão do mar, sonhos do sol,
Dia que abraça e que passa sem querer,
Pois quer ver fio d'água a brotar
E chispar e criar.
Letra e música de Flávio Fonseca & Fernando Antônio Ribeiro
segunda-feira, 25 de abril de 1983
Dom
Eu sou a sua vertigem,
Aquela fuligem
Que tira a visão.
Fui feita à sua imagem,
Sou sua bagagem,
Seu peso de mão.
Vejo seus olhos vermelhos,
Que pelos espelhos
Nos buscam em vão.
Sou sua paixão delirante,
Seu carma brilhante,
Sua perdição.
Mas sou também a fogueira
Que abre a clareira
Meio à cerração.
Um dom que concentra vapores,
Emite calores
E grita emoção.
Sou seu amor que fervilha,
Sou como uma filha,
Sou uma canção.
Sou quem faz criar a alegria,
Sou a poesia,
Sua salvação.
Aquela fuligem
Que tira a visão.
Fui feita à sua imagem,
Sou sua bagagem,
Seu peso de mão.
Vejo seus olhos vermelhos,
Que pelos espelhos
Nos buscam em vão.
Sou sua paixão delirante,
Seu carma brilhante,
Sua perdição.
Mas sou também a fogueira
Que abre a clareira
Meio à cerração.
Um dom que concentra vapores,
Emite calores
E grita emoção.
Sou seu amor que fervilha,
Sou como uma filha,
Sou uma canção.
Sou quem faz criar a alegria,
Sou a poesia,
Sua salvação.
segunda-feira, 24 de janeiro de 1983
Eu e todos somos um; logo, a maior parte de mim são os outros.
segunda-feira, 17 de janeiro de 1983
Hininho
É dia de festa
Porque estou
Cheio de amigos em volta
É dia de folga
E hoje eu sou
Dono do riso que resta
É roda cantada,
Esporte e cor
Tudo com muita alegria
E nessa magia
O computador
É o maior camarada
Letra e música de Flávio Fonseca
Composta como Hino da Colônia de Férias da Telestar, da qual fui monitor.
Porque estou
Cheio de amigos em volta
É dia de folga
E hoje eu sou
Dono do riso que resta
É roda cantada,
Esporte e cor
Tudo com muita alegria
E nessa magia
O computador
É o maior camarada
Letra e música de Flávio Fonseca
Composta como Hino da Colônia de Férias da Telestar, da qual fui monitor.
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