Você que chegou agora,
Me deixe aproximar,
Me deixe ser seu amigo,
E vem, vamos conversar.
Há muito que já lhe sigo,
Há mais que já sei de cor
Seus passos e aventuras
Por trilhas de vão menor.
Os sonhos e fé futura
Que muito lutei pra ter,
Agora eu quero nossos,
Agora dos dois vão ser.
E sempre que eu lhe roço
De leve, no coração,
Eu sinto, é chegada a hora
De mais uma união.
Letra e música de Flávio Fonseca
sexta-feira, 16 de março de 1979
Trilhas de vão menor
quinta-feira, 4 de janeiro de 1979
Tentação
A saudade é como praga
Devastando o coração
A saudade é como um prego
Escondendo a emoção
De abrir a porta
Descobrir, desvendar
O que há do lado de lá
Do amor
A saudade é como cisma
Maldizendo uma canção
A saudade é um sofisma
Derretendo a ilusão
De abrir a porta
Encarar, espantar
Com o que há do lado de cá
Do amor
A saudade é como vento
Empurrando a solidão
A saudade é movimento
De veloz recordação
Do abrir a porta
Resistir, mas se entregar
Ao que há do lado de sempre
Do amor
A saudade é mais um prisma
Desviando a atenção
É a vida, o carisma
Confirmando a tentação
De abrir a porta
Transferir, ignorar
O que há do lado de já,
Nem mais um minuto, do amor.
Letra e música de Flávio Fonseca
Devastando o coração
A saudade é como um prego
Escondendo a emoção
De abrir a porta
Descobrir, desvendar
O que há do lado de lá
Do amor
A saudade é como cisma
Maldizendo uma canção
A saudade é um sofisma
Derretendo a ilusão
De abrir a porta
Encarar, espantar
Com o que há do lado de cá
Do amor
A saudade é como vento
Empurrando a solidão
A saudade é movimento
De veloz recordação
Do abrir a porta
Resistir, mas se entregar
Ao que há do lado de sempre
Do amor
A saudade é mais um prisma
Desviando a atenção
É a vida, o carisma
Confirmando a tentação
De abrir a porta
Transferir, ignorar
O que há do lado de já,
Nem mais um minuto, do amor.
Letra e música de Flávio Fonseca
sábado, 1 de julho de 1978
Só
Só.
Incomensuravelmente só.
Levo-me a pensar,
Vagar pelos sonhos,
Aos quais muito devo.
Nasci sonhando, sei,
Amei sonhando também.
Obs:
Desta, só tenho registrado o ano; o mês e o dia são supostos.
Musicado por Flávio Fonseca em 7/8/88
Incomensuravelmente só.
Levo-me a pensar,
Vagar pelos sonhos,
Aos quais muito devo.
Nasci sonhando, sei,
Amei sonhando também.
Obs:
Desta, só tenho registrado o ano; o mês e o dia são supostos.
Musicado por Flávio Fonseca em 7/8/88
Coitado violão
O amor que dou a ti,
E você não me reflete,
Descarrego no meu pobre
E coitado violão.
Por não ter você aqui,
Por não ter os teus abraços,
Só abraço o meu pobre
E coitado violão.
Em amor, em poesia,
Vocês dois parecem tanto,
Que é fácil confundir
A mulher e o violão.
Obs:
Desta, só tenho registrado o ano; o mês e o dia são supostos.
Musicado por Flávio Fonseca em 7/8/88
E você não me reflete,
Descarrego no meu pobre
E coitado violão.
Por não ter você aqui,
Por não ter os teus abraços,
Só abraço o meu pobre
E coitado violão.
Em amor, em poesia,
Vocês dois parecem tanto,
Que é fácil confundir
A mulher e o violão.
Obs:
Desta, só tenho registrado o ano; o mês e o dia são supostos.
Musicado por Flávio Fonseca em 7/8/88
Nuanças
Nuanças. Silhuetas.
Apenas início de imagem,
Apenas pensagem de forma,
Incerteza, tentativa.
Inspiração de vulto,
Um vulto culto,
Quase invisível,
Talvez possibilidade de existência.
Incerteza. Apenas nuança.
Esperança de que haja realmente
Qualquer coisa por detrás das nuvens,
Algo de sólido, concreto,
Algo que seja belo como a nuança
Mas lindo como a presença.
Obs:
Desta, só tenho registrado o ano; o mês e o dia são supostos.
A compositora Valéria Fajardo fez uma música para ela, em 21/9/84, mas não tenho nenhum registro da melodia.
Apenas início de imagem,
Apenas pensagem de forma,
Incerteza, tentativa.
Inspiração de vulto,
Um vulto culto,
Quase invisível,
Talvez possibilidade de existência.
Incerteza. Apenas nuança.
Esperança de que haja realmente
Qualquer coisa por detrás das nuvens,
Algo de sólido, concreto,
Algo que seja belo como a nuança
Mas lindo como a presença.
Obs:
Desta, só tenho registrado o ano; o mês e o dia são supostos.
A compositora Valéria Fajardo fez uma música para ela, em 21/9/84, mas não tenho nenhum registro da melodia.
quinta-feira, 15 de dezembro de 1977
Lá
E lá vou eu
Pra lá,
Pra esse lá que
Eu não sei onde fica,
Pra esse lá que
Está lá e de lá me chama,
Sem sair de lá.
E eu vou pra lá,
Sem saber pra onde,
Vou pro lá que pode estar
Até aqui
No meu lugar
Esperando que eu volte
De lá.
Pra lá,
Pra esse lá que
Eu não sei onde fica,
Pra esse lá que
Está lá e de lá me chama,
Sem sair de lá.
E eu vou pra lá,
Sem saber pra onde,
Vou pro lá que pode estar
Até aqui
No meu lugar
Esperando que eu volte
De lá.
sábado, 3 de dezembro de 1977
Força
Estou hipnotizado
Pela força do seu olhar.
Inútil, paralizado,
Sem vontade de reclamar.
Porém, sou abençoado
Pela força do seu pensar.
Tomado, exorcizado,
Com você sendo o meu par.
Amor, logo eu que queria ter alguém
Assim: olhou, parou, me fez ficar sem mim.
Estou reviravoltado
Para a força do seu falar.
Completo, totalizado,
No seu modo de sussurrar.
Porém, sou catequisado
Pela força do seu beijar.
Cadente, martirizado,
Com você a se afastar.
Amor, logo eu que queria ter alguém
Assim: olhou, parou, me fez ficar sem mim.
Letra e música de Flávio Fonseca
Pela força do seu olhar.
Inútil, paralizado,
Sem vontade de reclamar.
Porém, sou abençoado
Pela força do seu pensar.
Tomado, exorcizado,
Com você sendo o meu par.
Amor, logo eu que queria ter alguém
Assim: olhou, parou, me fez ficar sem mim.
Estou reviravoltado
Para a força do seu falar.
Completo, totalizado,
No seu modo de sussurrar.
Porém, sou catequisado
Pela força do seu beijar.
Cadente, martirizado,
Com você a se afastar.
Amor, logo eu que queria ter alguém
Assim: olhou, parou, me fez ficar sem mim.
Letra e música de Flávio Fonseca
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